GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL APRESENTA:

HORÁRIOS DE CREDENCIAMENTO:
14/05 - 16h às 20h
15/05 - 8h às 19h
16/05 - 8h às 17h
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COMO NAVEGAR NO MUNDO CONTEMPORÂNEO SENDO AUTÊNTICO?
COMPREENDER NOSSO TEMPO NUNCA FOI TÃO NECESSÁRIO
Em meio ao excesso de informação e narrativas que disputam nossa atenção todos os dias, o Festival Fronteiras Porto Alegre reúne ideias, cultura e diferentes perspectivas para refletir sobre os grandes temas do presente.
COMO NAVEGAR NO MUNDO CONTEMPORÂNEO SENDO AUTÊNTICO?
COMPREENDER NOSSO TEMPO NUNCA FOI TÃO NECESSÁRIO
Em meio ao excesso de informação e narrativas que disputam nossa atenção todos os dias, o Festival Fronteiras Porto Alegre reúne ideias, cultura e diferentes perspectivas para refletir sobre os grandes temas do presente.
CONHEÇA NOSSOS CONVIDADOS
Muito mais convidados em breve
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Caco Barcellos

Eliane Marques

Jorge Caldeira

Leila Ferreira

Maria Rita Kehl

Mirian Goldenberg

Monja Coen

Natália Sousa

Nilton Bonder

Luiz Felipe Pondé

Zeina Latif

Eduardo Zimmer

Alexandre Coimbra Amaral

Catto

Aod Cunha

Cristovão Tezza

Beth Goulart

Andrea Pachá

Bianca Ramoneda

Tamara Klink

Pedro Luís

Álvaro Machado Dias

Carla Madeira

Ana Suy

Miguel Falabella

Lilia Schwarcz

Milton Hatoum

Javier Cercas

Nelson Motta

Renato Noguera

Vera Iaconelli

Marcela Ceribelli

Ronaldo Lemos

Fabrício Carpinejar

Claudia Piñeiro

Demetrio Magnoli

Mary Del Priore

João Pereira Coutinho

Vitor Ramil

Mariano Horenstein

Bárbara Paz

Eliana Alves

Alexandre Kalache
EXPERIÊNCIAS DO FESTIVAL







EXPERIÊNCIAS DO FESTIVAL







PALCOS
PALCOS PAGOS
Palco Simões Lopes Neto
Palco Olga Reverbel
Palco Sala da Música
Palco Salão Nobre da Catedral
PALCOS GRATUITOS
Palco Arena
Palco Praça da Matriz
Palco Palácio da Justiça
Palco Memorial do Ministério Público
Palco Memorial da Assembléia Legislativa
Palco Nova Acrópole
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Palco Nova Acrópole
Programação
Programação
Confira a programação completa do Festival Fronteiras:
Arena
5 atividades
9h-10h DiálogoLiteratura: mundo interior e complexidade
Literatura: mundo interior e complexidade
Neste encontro, Carla Madeira e Claudia Piñero exploram a literatura como um território privilegiado para acessar aquilo que raramente se diz em voz alta. A partir de suas obras, o diálogo investiga como a ficção é capaz de revelar as camadas mais íntimas da experiência humana, atravessando contradições, ambiguidades e emoções que escapam às convenções do cotidiano.
Entre personagens, conflitos e silêncios, a conversa percorre o espaço onde as máscaras sociais perdem força e dão lugar ao que é mais complexo, vulnerável e profundamente humano.
11h-12h DiálogoLançamento da Revista Margem
Lançamento da Revista Margem
14h-15h Entrevista + lançamento de livroPainel 400 anos das Missões: as raízes da terra
Painel 400 anos das Missões: as raízes da terra
O painel propõe um debate sobre o legado jesuítico e o legado guarani a partir de diferentes perspectivas e vivências. Reunindo o Padre Sérgio Mariucci, representantes do governo e o líder indígena Xadalu, a atividade explora as diversas visões que cercam a ideia de terra e os quatro séculos de história dessa região. O encontro busca refletir sobre como essas múltiplas narrativas se cruzam, examinando a herança cultural e as trajetórias que compõem as raízes desse território até os dias atuais.
16h-17h Entrevista + lançamento de livroMeridiana
Meridiana
Em um encontro com Eliana Alves Cruz, o público é convidado a mergulhar em Meridiana, romance que acompanha a trajetória de uma família negra ao longo de diferentes gerações, marcada pelo desejo de ascensão social e pelos dilemas que esse percurso impõe. A partir de múltiplas vozes, cada personagem revela sua própria experiência nessa travessia, expondo nuances, conflitos e escolhas que nunca se dão da mesma forma para todos. Com uma escrita ao mesmo tempo delicada e precisa, Eliana constrói um retrato potente das tensões entre pertencimento, conquista e identidade, propondo uma reflexão sobre o que se ganha, o que se perde e o que se transforma ao atravessar fronteiras sociais.
18h-19h Entrevista + lançamento de livroBom dia, Inverno
Bom dia, Inverno
Em um encontro com Tamara Klink, o público é convidado a mergulhar em Bom dia, inverno, relato de sua travessia solitária no Ártico groenlandês. Aos 26 anos, a navegadora passou oito meses isolada em um pequeno veleiro, enfrentando o frio extremo, a escuridão contínua e os limites físicos e emocionais de uma experiência radical. Entre riscos, silêncio e paisagens inóspitas, Tamara constrói uma reflexão sobre solidão, medo e liberdade, propondo um olhar sensível sobre o tempo, a natureza e as escolhas que fazemos sobre como viver.
Simões Lopes Neto
4 atividades
11h-12h Performance artísticaClarice em Cena
Clarice em Cena
Uma das maiores escritoras do mundo e uma das maiores atrizes brasileiras, em cena, para uma entrevista, expandindo as fronteiras entre realidade e ficção. Clarice Lispector, interpretada pela atriz Beth Goulart, se mantém viva não apenas em seus poderosos textos, mas também ganha corpo através do teatro, com o monólogo de grande sucesso Simplesmente Eu, Clarice. Em um jogo cênico, que conta com a participação de Ana Suy, personagem, atriz e psicanalista conversam com a jornalista Bianca Ramoneda e proporcionam um mergulho no universo da escritora. Encantamento e fantasia aproximam o público de uma Clarice jamais vista.
14h-15h DiálogoDiálogos entre a literatura e a sociedade
Diálogos entre a literatura e a sociedade
Neste encontro, literatura e sociedade se encontram como campos que se atravessam e se tensionam. A partir de suas obras, Lilia Schwarcz e Javier Cercas exploram como a escrita se relaciona com o tempo em que surge, revelando conflitos, revisitando narrativas e ampliando o olhar sobre o presente.
Entre história, ficção e memória, o diálogo investiga o papel da literatura como forma de interpretar o mundo. Mais do que refletir a realidade, ela aparece como espaço de confronto e elaboração, onde o que é vivido ganha novas camadas de sentido.
16h-17h DiálogoAfinal o que a I.A. fará com nosso mundo?
Afinal o que a I.A. fará com nosso mundo?
Quando qualquer conteúdo pode ser gerado, o real se torna recurso escasso e entra em disputa geopolítica como qualquer outro. Autenticidade deixa de ser propriedade cultural ou virtude do sujeito, passando a depender de quem controla a infraestrutura de verificação do mundo, o que se torna ainda mais sério à luz da emergência de uma nova fase de LLMs capazes de dizimar arcabouços de segurança e capturar segredos privados. Tentar preservar autenticidade de forma estratégica a converte em performance, e esta em si é convertida em engajamento e teatro regulatório. Defender o autêntico dentro dessa lógica costuma destruí-lo mais rápido do que qualquer deepfake. Este diálogo apresenta um debate franco e duro sobre a autenticidade na Era das IAs. É a geopolítica do Real determinando o que sobra do simulacro.
18h-19h Performance artísticaPersonagens no tribunal
Personagens no tribunal
Temas sensíveis que permeiam a vida de todos nós se encontram presentes nas personagens, tramas e situações criadas pelas escritoras Carla Madeira e Andréa Pachá. Diante de impasses, sentimentos, fortes emoções, desafios pessoais e questões morais, essas personagens se expõem ao julgamento dos leitores. Leitura dramatizada e entrevista, literatura e direito se juntam nessa conversa entre as autoras com Bianca Ramoneda, propondo reflexões que vão muito além de crime e castigo.
Olga Reverbel
4 atividades
11h-12h DiálogoO amor e a autenticidade: Haveria um estranhamento?
O amor e a autenticidade: Haveria um estranhamento?
Renato Nogueira e Donaldo Schuler mergulham nas raízes da linguagem para entender se o "eu" autêntico é uma descoberta ou uma construção entre mitos e heranças. O diálogo percorre a tensão entre as máscaras da cultura ocidental e a força das filosofias ancestrais, questionando se a nossa verdade habita o que herdamos ou a coragem de traduzir o silêncio em uma voz própria.
14h-15h EntrevistaA literatura e a vida, segundo Ignácio de Loyola Brandão
A literatura e a vida, segundo Ignácio de Loyola Brandão
Ignácio de Loyola Brandão analisa como suas obras anteciparam crises contemporâneas e o papel da literatura em projetar o amanhã. A conversa explora se a autenticidade individual consegue sobreviver em sociedades fragmentadas e como o olhar distópico serve, ironicamente, para preservar a nossa essência no presente.
16h-17h EntrevistaParadoxos brasileiros: a visão de Jorge Caldeira
Paradoxos brasileiros: a visão de Jorge Caldeira
18h-19h DiálogoA literatura latino-americana: diálogos
A literatura latino-americana: diálogos
Claudia Piñero e Eliane Marques investigam a linguagem como uma herança que nos atravessa e nos molda antes mesmo do primeiro dizer. O encontro busca entender se a autenticidade é uma invenção do agora ou o resultado de escavar as palavras arcaicas que guardamos na memória e no corpo.
Catedral
4 atividades
11h-12h Podcast Ao VivoExistência e autenticidade: o delicado equilíbrio
Existência e autenticidade: o delicado equilíbrio
Monja Coen e Nilton Bonder exploram a autenticidade como um despertar espiritual que transcende a imagem e o ego. O diálogo percorre as tradições do Zen e do Judaísmo para entender se ser autêntico significa encontrar uma verdade interior ou aceitar a nossa conexão com o sagrado e com o outro.
14h-15h EntrevistaO que resta quando o amor nos desmascara?
O que resta quando o amor nos desmascara?
Ana Suy investiga a psicanálise como o território onde as nossas performances sociais e as máscaras de "quem deveríamos ser" entram em colapso. O diálogo percorre a tensão entre a imagem que construímos para sermos amados — muitas vezes moldada pelo status e pelo pertencimento — e a verdade nua do desejo, questionando se ser autêntico não seria, afinal, o direito de ser desamparadamente humano.
16h-17h Podcast Ao VivoNeural
Neural
Em uma gravação ao vivo do podcast Neural, Ronaldo Lemos e Patrícia Campos Mello se encontram para uma conversa que atravessa alguns dos temas mais urgentes do presente. Entre tecnologia, informação e sociedade, o diálogo explora como as transformações digitais vêm redefinindo a forma como pensamos, nos informamos e nos posicionamos no mundo, abrindo espaço para uma reflexão crítica sobre o que significa construir uma voz própria em meio a fluxos cada vez mais acelerados de conteúdo.
18h-19h EntrevistaPor que sou escritor? Os sentidos da literatura
Por que sou escritor? Os sentidos da literatura
Javier Cercas investiga a escrita como um campo de batalha contra as versões oficiais de nós mesmos. Em um diálogo sobre a herança e o peso da história, o encontro questiona se ser autêntico exige trair as máscaras que a família e a sociedade nos legaram, e se a literatura é o único lugar onde a verdade pode sobreviver sem as amarras da conveniência social.
Sala da Música
3 atividades
11h-12h EntrevistaEntre o vivido e o narrado: como nasce o que é autêntico?
Entre o vivido e o narrado: como nasce o que é autêntico?
Na conversa entre Lu Bazanella e Eliana Alves Cruz, a literatura é pensada como um espaço de elaboração do real. O encontro investiga como experiências, observações e inquietações se transformam em narrativa, e de que forma a escrita pode revelar aquilo que nem sempre encontra lugar no cotidiano.
Ao aproximar cultura e autenticidade, a entrevista percorre o gesto de escrever como escolha, recorte e construção. Mais do que reproduzir o mundo, a literatura aparece como forma de tensioná-lo, criando sentidos e abrindo novas possibilidades de olhar para o que já parecia dado.
14-15h EntrevistaEntre o humano e o algoritmo: o que ainda é autêntico?
Entre o humano e o algoritmo: o que ainda é autêntico?
Na conversa entre Lu Bazanella e Álvaro Machado Dias, a tecnologia aparece não apenas como ferramenta, mas como força que reorganiza a forma como pensamos, decidimos e nos expressamos. O encontro investiga como a presença constante de algoritmos, dados e inteligência artificial atravessa o cotidiano e redefine a experiência do que entendemos como real.
Ao aproximar cultura e autenticidade, a entrevista propõe uma reflexão sobre o lugar do humano em um mundo cada vez mais mediado por sistemas automatizados. Entre escolhas guiadas e percepções moldadas, a questão que se impõe é: o que ainda nos pertence e o que já está sendo pensado por nós?
16h-17h EntrevistaO Brasil ainda é o País do futuro?
O Brasil ainda é o País do futuro?
Zeina Latif e Aod Cunha analisam a tensão entre a realidade dos números e a encenação do poder. Em um diálogo sobre as engrenagens que movem o Brasil, o encontro investiga se a autenticidade nas esferas de decisão é uma busca por transparência ou uma performance de estabilidade desenhada para manter as hierarquias de classe e as expectativas do mercado.
Arena
6 atividades
9h-10h Entrevista + lançamento de livroA partilha e outras peças teatrais
A partilha e outras peças teatrais
Em um encontro com Miguel Falabella, o público é convidado a revisitar A partilha e outras peças teatrais, obra que reúne alguns de seus textos mais marcantes para o teatro brasileiro. Entre humor, emoção e olhar afiado para as relações humanas, Falabella constrói personagens e situações que revelam conflitos familiares, afetos, disputas e encontros que atravessam diferentes gerações. Ao trazer à cena temas universais com leveza e profundidade, o painel propõe uma reflexão sobre aquilo que nos conecta, nos transforma e nos expõe, mostrando como o teatro pode ser um espaço privilegiado para reconhecer a nós mesmos nas histórias dos outros.
11h-11h45 Entrevista + lançamento de livroDança de enganos
Dança de enganos
Em um encontro com Milton Hatoum, o público é convidado a mergulhar em Dança de enganos, capítulo final da trilogia O lugar mais sombrio. A partir da voz de Lina, mãe de Martim, a narrativa revisita o fim dos anos 1960 em meio a silêncios, tensões políticas e afetos interrompidos, construindo um drama familiar em que memória e ficção se entrelaçam. Ao recompor sua história e a de personagens marcados por perdas e ambiguidades, Lina revela como o passado permanece ativo no presente, colocando em cena uma pergunta central: o que escolhemos lembrar e o que deixamos para trás.
12h-12h30Novos corres na cultura: Lançamento Instituto de Arte e Cultura da UNISINOS
Novos corres na cultura: Lançamento Instituto de Arte e Cultura da UNISINOS
14h-15h EntrevistaEntre o vivido e o escrito: o que torna uma voz autêntica
Entre o vivido e o escrito: o que torna uma voz autêntica
No centro da literatura de José Falero está uma pergunta: o que faz uma voz soar verdadeira? Em um tempo de discursos cada vez mais moldados, a experiência vivida não garante autenticidade, mas tensiona a escrita.
O painel propõe refletir sobre o que se transforma quando a vida vira narrativa e como novas vozes, fora dos centros tradicionais, ampliam o que entendemos por cultura e pertencimento. Um encontro em parceria com a TAG Livros.
16h-17h Entrevista + lançamento de livroA revolução da longevidade
A revolução da longevidade
Em um encontro com Alexandre Kalache, uma das maiores referências mundiais em envelhecimento, o público é convidado a refletir sobre os impactos da revolução da longevidade a partir de seu livro A revolução da longevidade. Entre memórias pessoais, experiências na Organização Mundial da Saúde e uma leitura atenta do Brasil contemporâneo, Kalache mostra como estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor, em um cenário marcado por desigualdades profundas. Ao articular dados, histórias e perspectivas sobre saúde, aprendizado, participação e segurança, o painel propõe uma mudança de olhar: envelhecer pode ser uma conquista coletiva, desde que enfrentemos o idadismo e repensemos as formas de viver ao longo de toda a vida.
18h-19h EntrevistaVer o invisível: uma entrevista com Caco Barcellos
Ver o invisível: uma entrevista com Caco Barcellos
Na entrevista com Caco Barcellos, o jornalismo aparece como ferramenta de investigação profunda da realidade. A partir de décadas dedicadas a reportagens que atravessam violência, desigualdade e direitos humanos, o encontro propõe uma reflexão sobre o que está por trás das histórias que chegam ao público.
Mais do que narrar fatos, a conversa investiga o processo de olhar, escutar e insistir onde muitos preferem não ir. Em um tempo marcado por excesso de informação, a pergunta que permanece é: o que ainda precisa ser revelado e quem está disposto a ver?
Simões Lopes Neto
5 atividades
9h-10h EntrevistaA aventura da Música Popular Brasileira
A aventura da Música Popular Brasileira
Nelson Motta percorre as memórias de uma cultura construída entre o palco e o mito para investigar se a verdade de um artista reside na sua essência ou na máscara que ele projeta para o mundo. Em um diálogo sobre a elegância do artifício, o encontro questiona se a busca pelo "eu original" não seria apenas a mais refinada das nossas encenações sociais.
11h-12h Performance artísticaO poder das cicatrizes: lições sobre quem podemos ser
O poder das cicatrizes: lições sobre quem podemos ser
Bárbara Paz sabe o que é se esconder. Por anos, tentou ocultar as marcas que carregava. A cicatriz em seu rosto, fruto de um acidente na juventude, parecia um obstáculo para alguém que queria ser vista. Mas ela nunca deixou de acreditar: "Se as pessoas conhecessem minha história, me dariam uma chance." Essa chance veio, tanto na TV como no teatro, onde encontrou coragem de se mostrar de verdade. O que era vergonha virou força: suas marcas se tornaram troféus de uma trajetória que hoje inclui prêmios internacionais e reconhecimento como diretora e produtora. Dessa jornada nasceu a exposição Auto-acusação, exibida no Brasil e em Portugal, que transforma cicatrizes em arte e emociona com reflexões sobre aceitação e superação. Agora, Bárbara traduz essa experiência em palestra, expandindo as provocações e aprendizados que marcaram a mostra audiovisual. Este encontro convida o público a ver suas próprias cicatrizes como símbolos de força. Com paixão, Bárbara Paz inspira todos a assumirem suas marcas, explorarem seu potencial e transformarem desafios em histórias extraordinárias. Porque cada cicatriz carrega uma história, e é isso que nos torna únicos.
14h-15h DiálogoO mal-estar contemporâneo
O mal-estar contemporâneo
Maria Rita Kehl e Mariano Horenstein investigam a economia do afeto no Brasil contemporâneo. O encontro questiona se a busca pela "autenticidade" muitas vezes se ancora em uma identidade de vítima ou de herdeiro, transformando o ressentimento em um capital de classe. Entre a memória e o desejo, o diálogo explora se a transformação subjetiva só é possível quando aceitamos o engano das nossas certezas e abandonamos o conforto amargo das nossas queixas.
16h-17h DiálogoDemocracia e obsessões contemporâneas
Democracia e obsessões contemporâneas
João Pereira Coutinho e Luiz Felipe Pondé desconstroem o mito do "eu verdadeiro" em uma era de performances ininterruptas. A mesa provoca o público a encarar a autenticidade não como uma virtude, mas como uma ilusão necessária ou uma estratégia sofisticada de marketing que sustenta as relações modernas.
18h-19h Performance artísticaE se tudo terminasse em amor? Emoção e afeto no mundo contemporâneo
E se tudo terminasse em amor? Emoção e afeto no mundo contemporâneo
A pergunta do título, feita pelo cantor e compositor Pedro Luís em seu mais recente álbum, encontra eco na escuta do psicólogo, escritor e podcaster Alexandre Coimbra Amaral, que investiga como lidamos com emoções, vínculos e afetos em um tempo marcado por pressa, exposição e instabilidade.
Em uma conversa regada a voz, violão e sensibilidade, Pedro e Alexandre, mediados por Bianca Ramoneda, percorrem as formas de amar no presente, entre encontros, desencontros e tentativas de aproximação. Com arte, escuta, música e poesia, o diálogo propõe uma reflexão sobre o lugar do afeto hoje e sobre o que ainda pode nascer quando se abre espaço para sentir.
Olga Reverbel
5 atividades
9h-10h EntrevistaAonde nos levará a busca do autoconhecimento?
Aonde nos levará a busca do autoconhecimento?
Mariano Horenstein investiga a transformação subjetiva como o único caminho para uma vida honesta. O diálogo percorre a ideia de que o "eu" não é uma essência fixa, mas uma sucessão de máscaras que caem ao longo do tempo. O encontro questiona se a verdadeira coragem reside em abandonar as certezas de classe e de origem para abraçar a incerteza de quem ainda estamos por nos tornar.
11h-12h DiálogoEstamos envelhecendo. E agora?
Estamos envelhecendo. E agora?
Miriam Goldenberg e Leila Ferreira debatem a autenticidade como uma conquista da maturidade, e não um dom da juventude. A mesa percorre as diferentes fases da vida para entender como nos libertamos das expectativas alheias e em que momento a história pessoal finalmente se sobrepõe aos papéis sociais.
14h-15h EntrevistaOs intelectuais e o transe contemporâneo
Os intelectuais e o transe contemporâneo
Luiz Felipe Pondé investiga a ideia de que a busca pelo "eu verdadeiro" é, na verdade, a construção de uma máscara que nos permite suportar a própria existência. O diálogo percorre a tensão entre o desejo de ser autêntico e as exigências de classe e pertencimento, questionando se a transformação subjetiva é uma libertação ou apenas a troca de uma encenação social por um mito pessoal mais palatável.
16h-17h EntrevistaIdentidade e ideologias na democracia tual
Identidade e ideologias na democracia tual
Demétrio Magnoli investiga como a busca pelo "eu autêntico" foi capturada por narrativas de grupo que transformam o ressentimento em programa político. O diálogo percorre a tensão entre o indivíduo e a máscara da coletividade, questionando se a verdadeira transformação subjetiva exige a coragem de ser "ninguém" diante das pressões de classe e de raça, desafiando o engano de que nossa verdade habita o nosso pertencimento.
18h-19h EntrevistaO Brasil na terceira idade:o que deveríamos aprender
O Brasil na terceira idade:o que deveríamos aprender
Alexandre Kalache e Eduardo Zimmer investigam a fronteira entre a ciência e a subjetividade no processo de envelhecer. O diálogo percorre a tensão entre o desejo de uma autenticidade eterna e a realidade do declínio biológico, questionando se a medicina contemporânea atua como uma ferramenta de transformação subjetiva ou como a manutenção de uma máscara de vitalidade que nega o tempo. O encontro explora o ressentimento de um corpo que já não obedece às expectativas de classe e produtividade, e o que sobra de "verdade" quando a ciência já não consegue mais adiar o fim.
Catedral
5 atividades
9h-10h DiálogoNarrativas da intimidade: literatura brasileira atual
Narrativas da intimidade: literatura brasileira atual
Milton Hatoum e Cristóvão Tezza investigam se a verdade literária habita a arquitetura da frase ou os escombros do passado. O diálogo percorre a tensão entre o artifício da escrita e a honestidade do vivido, questionando se a força da literatura reside justamente na sua capacidade de inventar um "eu" mais real que a própria vida.
11h-12h EntrevistaEcos da paz e da guerra
Ecos da paz e da guerra
Entre relatos, memórias e interpretações do presente, este encontro aproxima dois olhares distintos sobre os conflitos que atravessam o nosso tempo. De um lado, a experiência de quem investigou de perto as marcas da violência; de outro, a sensibilidade de quem observa os impactos subjetivos e cotidianos das tensões do mundo. Mais do que opor paz e guerra, a conversa busca entender como esses ecos reverberam na vida comum e o que eles revelam sobre quem somos, sobre o que tememos e sobre o que ainda podemos construir.
14h-15h Podcast Ao VivoIsso não é uma sessão de análise
Isso não é uma sessão de análise
Em uma edição ao vivo do podcast Isso não é uma sessão de análise, Vera Iaconelli entrevista Catto em uma conversa que atravessa arte, subjetividade e os modos de existir no mundo contemporâneo. Entre experiências pessoais, escuta e elaboração, o diálogo abre espaço para refletir sobre identidade, afeto e as tensões entre o que sentimos, o que mostramos e o que conseguimos, de fato, dizer sobre nós mesmos.
16h-17h DiálogoCom quem se dialoga no mundo digital?
Com quem se dialoga no mundo digital?
Natália Souza e Marcela Ceribeli debatem a fronteira entre o compartilhamento vulnerável e a espetacularização da vida privada. O encontro investiga se ainda é possível cultivar uma essência genuína enquanto somos pressionados a transformar nossa identidade em um conteúdo constante e aprovável.
18h-19h EntrevistaA dramaturgia, o humor e a autenticidade
A dramaturgia, o humor e a autenticidade
Fabrício Carpinejar e Miguel Falabella investigam a autenticidade como uma performance necessária. Em um diálogo que atravessa o palco e a vida, o encontro questiona se o "eu verdadeiro" não seria apenas a soma das nossas encenações sociais e se a verdadeira liberdade consiste em saber trocar de máscara sem se perder no figurino das expectativas de classe.
Sala da Música
3 atividades
11h-12h EntrevistaA nossa história é o engano que contamos para nós mesmos?
A nossa história é o engano que contamos para nós mesmos?
Cristóvão Tezza investiga a escrita da vida como uma negociação constante entre o fato e a invenção. Em um diálogo sobre a transformação subjetiva, o encontro percorre as armadilhas de buscar a própria história: será que o que chamamos de "eu" é apenas uma narrativa de classe construída para esconder nossos ressentimentos? A conversa questiona se a coragem reside em encontrar uma essência ou em aceitar que somos o resultado de um rascunho permanentemente inacabado.
14-15h EntrevistaEntre expectativas e escolhas: o que é viver de forma autêntica?
Entre expectativas e escolhas: o que é viver de forma autêntica?
Na conversa entre Lu Bazanella e Mirian Goldenberg, o cotidiano é o ponto de partida para pensar como construímos nossas escolhas em meio a pressões sociais, padrões e expectativas que nos atravessam.
Ao aproximar cultura e autenticidade, a entrevista investiga até que ponto somos guiados por modelos prontos e onde começa o espaço de decisão individual. Entre o que se espera e o que se deseja, o encontro propõe uma reflexão sobre como cada um negocia, no dia a dia, o que vale a pena manter, transformar ou deixar para trás.
16h-17h EntrevistaEntre o registro e a narrativa: como escrever a história com autenticidade?
Entre o registro e a narrativa: como escrever a história com autenticidade?
Na conversa entre Juremir Machado e Mary del Priore, a história é pensada para além dos fatos, como construção, escolha e linguagem. O encontro investiga como se escreve o passado quando toda narrativa envolve recortes, interpretações e disputas de sentido.
Ao aproximar cultura e autenticidade, a entrevista propõe uma reflexão sobre o papel do historiador diante do tempo: como equilibrar rigor e narrativa, documento e imaginação, sem perder de vista a complexidade do real. Entre arquivos e histórias, o que está em jogo é a possibilidade de dar forma ao passado sem simplificá-lo.
Programação
Confira a programação completa do Festival Fronteiras:
Palco Gratuitos
10h00 – 11h30
Reconectar-se: o afeto em tempos de desconexão
Quando a hiperconexão convive com solidões cada vez mais profundas, o afeto se torna um gesto de resistência. Este painel reflete sobre como cuidar de si e do outro, criando vínculos mais presentes e humanos em um tempo marcado pelo excesso, pela dispersão e pelo cansaço emocional.
Convidadas: Geni Núñez, Maria Ribeiro, Carol Tilkian e Camila Fremder
12h30 – 14h00
O sonho da finitude: como lidar com a passagem do tempo
A passagem do tempo revela muito sobre o que significa existir. Entre envelhecer, lembrar e morrer, este encontro propõe uma reflexão sobre a finitude como parte essencial da vida. Três perspectivas se cruzam para pensar memória, legado e a dignidade de continuar enquanto o tempo passa.
Convidadas: Mirian Goldenberg, Mary Del Priore, Ediane Ribeiro e Marcela Ceribelli
15h00 – 16h30
Palavras que nos moldam: leitura, instituições e os imaginários que criamos
Quando lemos, quem somos? Neste painel, três autoras imortais exploram como a literatura, e as instituições que a preservam, ajuda a compreender quem somos, como pensamos e de que modos construímos sentido.
Convidadas: Lilia Moritz Schwarcz, Ana Maria Machado, Miriam Leitão e Fernanda Mena
17h30 – 19h00
A arte de ser: criatividade e os mundos que inventamos
A criatividade é uma das expressões mais profundas da subjetividade humana. Neste painel, três artistas e uma consultora de criatividade exploram como processos criativos atravessam memória, sensibilidade e intuição, revelando modos inovadores de perceber, sentir e construir significado.
Convidadas: Carla Madeira, Bárbara Paz, Socorro Acioli e Cris Naumovs
Palco Pagos
10h00 – 11h00
Quando liderar é cuidar do futuro
O que muda quando reconhecemos que os recursos naturais são limitados? Esta entrevista discute liderança, impacto e responsabilidade ambiental em um mundo que precisa repensar seus modelos de desenvolvimento.
Convidadas: Rachel Maia e Juliana Rosa
12h30 – 14h00
Inovar por dentro: Criatividade e imaginação
Mais do que tecnologia ou método, inovar também é um processo subjetivo. Este painel propõe uma reflexão sobre criatividade, sensibilidade e imaginação como forças centrais da inovação.
Convidadas: Cris Naumovs, Ana Carolina Souza e Carla Mayumi
15h00 – 16h30
Pertencer na era digital: comunidades, plataformas e o valor do conhecimento
As comunidades digitais transformaram profundamente a forma como aprendemos, nos organizamos e construímos pertencimento. Este painel discute como plataformas de conhecimento redefinem relações humanas, autoridade, escuta e colaboração.
Convidadas: Jackie De Botton, Débora Emm e Andrea Bisker
17h30 – 19h00
O futuro do futurismo
Pensar o futuro hoje vai além de prever tecnologias. Em um mundo acelerado por inteligência artificial, mudanças no trabalho e novas dinâmicas econômicas, o futurismo também precisa se reinventar.
Convidadas: Martha Gabriel e Juliana Rosa
Experiências do Festival
10h00 – 11h30
Modos de sentir: Afeto e escuta
Um encontro para refletir sobre experiência, sensibilidade e escuta no mundo contemporâneo. A partir de trajetórias distintas, o painel propõe pensar como afetos, cotidiano e linguagem revelam modos de existir e de se relacionar.
Convidadas: Liana Ferraz, Lília Guerra e Iara Biderman
12h30 – 13h30
Quem somos quando falamos de cuidado?
Nesta entrevista, Geni Núñez compartilha reflexões sobre identidade, pertencimento, saúde mental e as urgências do cuidado no mundo contemporâneo.
Convidadas: Geni Núñez e Carol Tilkian
15h00 – 16h30
Contar histórias, narrar a História: Memória e linguagem
Entre o olhar da historiadora e a linguagem da escritora, este painel propõe uma reflexão sobre quem conta as histórias e como a palavra constrói nossa compreensão do passado e do presente.
Convidadas: Mary del Priore, Eliane Marques e Iara Biderman
17h30 – 19h00
A liberdade de ser quem se é
Uma conversa sobre escolhas, autonomia e construção da felicidade ao longo da vida. A entrevista aborda envelhecimento, afetos, corpo e liberdade feminina.
Convidadas: Mirian Goldenberg e Camila Appel
Palco Humano
10h00 – 11h30
Reconectar-se: o afeto em tempos de desconexão
Quando a hiperconexão convive com solidões cada vez mais profundas, o afeto se torna um gesto de resistência. Este painel reflete sobre como cuidar de si e do outro, criando vínculos mais presentes e humanos em um tempo marcado pelo excesso, pela dispersão e pelo cansaço emocional.
Convidadas: Geni Núñez, Maria Ribeiro, Carol Tilkian e Camila Fremder
12h30 – 14h00
O sonho da finitude: como lidar com a passagem do tempo
A passagem do tempo revela muito sobre o que significa existir. Entre envelhecer, lembrar e morrer, este encontro propõe uma reflexão sobre a finitude como parte essencial da vida. Três perspectivas se cruzam para pensar memória, legado e a dignidade de continuar enquanto o tempo passa.
Convidadas: Mirian Goldenberg, Mary Del Priore, Ediane Ribeiro e Marcela Ceribelli
15h00 – 16h30
Palavras que nos moldam: leitura, instituições e os imaginários que criamos
Quando lemos, quem somos? Neste painel, três autoras imortais exploram como a literatura, e as instituições que a preservam, ajuda a compreender quem somos, como pensamos e de que modos construímos sentido.
Convidadas: Lilia Moritz Schwarcz, Ana Maria Machado, Miriam Leitão e Fernanda Mena
17h30 – 19h00
A arte de ser: criatividade e os mundos que inventamos
A criatividade é uma das expressões mais profundas da subjetividade humana. Neste painel, três artistas e uma consultora de criatividade exploram como processos criativos atravessam memória, sensibilidade e intuição, revelando modos inovadores de perceber, sentir e construir significado.
Convidadas: Carla Madeira, Bárbara Paz, Socorro Acioli e Cris Naumovs
Palco Sociedade
10h00 – 11h00
Quando liderar é cuidar do futuro
O que muda quando reconhecemos que os recursos naturais são limitados? Esta entrevista discute liderança, impacto e responsabilidade ambiental em um mundo que precisa repensar seus modelos de desenvolvimento.
Convidadas: Rachel Maia e Juliana Rosa
12h30 – 14h00
Inovar por dentro: Criatividade e imaginação
Mais do que tecnologia ou método, inovar também é um processo subjetivo. Este painel propõe uma reflexão sobre criatividade, sensibilidade e imaginação como forças centrais da inovação.
Convidadas: Cris Naumovs, Ana Carolina Souza e Carla Mayumi
15h00 – 16h30
Pertencer na era digital: comunidades, plataformas e o valor do conhecimento
As comunidades digitais transformaram profundamente a forma como aprendemos, nos organizamos e construímos pertencimento. Este painel discute como plataformas de conhecimento redefinem relações humanas, autoridade, escuta e colaboração.
Convidadas: Jackie De Botton, Débora Emm e Andrea Bisker
17h30 – 19h00
O futuro do futurismo
Pensar o futuro hoje vai além de prever tecnologias. Em um mundo acelerado por inteligência artificial, mudanças no trabalho e novas dinâmicas econômicas, o futurismo também precisa se reinventar.
Convidadas: Martha Gabriel e Juliana Rosa
Palco Pensamento
10h00 – 11h30
Modos de sentir: Afeto e escuta
Um encontro para refletir sobre experiência, sensibilidade e escuta no mundo contemporâneo. A partir de trajetórias distintas, o painel propõe pensar como afetos, cotidiano e linguagem revelam modos de existir e de se relacionar.
Convidadas: Liana Ferraz, Lília Guerra e Iara Biderman
12h30 – 13h30
Quem somos quando falamos de cuidado?
Nesta entrevista, Geni Núñez compartilha reflexões sobre identidade, pertencimento, saúde mental e as urgências do cuidado no mundo contemporâneo.
Convidadas: Geni Núñez e Carol Tilkian
15h00 – 16h30
Contar histórias, narrar a História: Memória e linguagem
Entre o olhar da historiadora e a linguagem da escritora, este painel propõe uma reflexão sobre quem conta as histórias e como a palavra constrói nossa compreensão do passado e do presente.
Convidadas: Mary del Priore, Eliane Marques e Iara Biderman
17h30 – 19h00
A liberdade de ser quem se é
Uma conversa sobre escolhas, autonomia e construção da felicidade ao longo da vida. A entrevista aborda envelhecimento, afetos, corpo e liberdade feminina.
Convidadas: Mirian Goldenberg e Camila Appel
Palco Literatura
10h00 – 11h30
A palavra como casa
Neste painel, Aline Bei conversa sobre literatura como forma de habitar o mundo, atravessar afetos e dar linguagem ao que muitas vezes é difícil de nomear. Um encontro sobre palavra, sensibilidade e a potência humana de narrar a própria vida.
Autora: Aline Bei
Editora: Companhia das Letras
Mediação: Isadora Sinay
12h30 – 14h00
Enquanto você está aqui
“Enquanto você está aqui” investiga o fim da vida a partir do olhar de uma filha que acompanha a última etapa da vida da mãe. A conversa atravessa questões como envelhecimento, setor funerário, morte digna, autonomia e relação médico-paciente.
Autora: Camila Appel
Editora: Fósforo
Mediação: Jéssica Moreira
15h00 – 16h30
Escrever o cotidiano: literatura, cena e os gestos da vida comum
Neste painel, Mariana Carrara fala sobre sua trajetória literária e os caminhos da sua escrita entre o livro e o teatro. A conversa aborda processo criativo, adaptações teatrais e o reconhecimento crítico de sua obra.
Autora: Mariana Salomão Carrara
Editora: Todavia
Mediação: Jéssica Moreira
17h30 – 19h00
A literatura como território
Neste bate-papo, Lília Guerra conversa sobre sua obra, com foco especial em Perifobia, explorando como a escrita nasce das bordas da cidade. A conversa atravessa temas como território, linguagem, desigualdade e pertencimento.
Autora: Lilia Guerra
Editora: Todavia
Mediação: Isadora Sinay
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